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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A Genealogia de Yeshua em Mateus e Lucas.

A Genealogia de Yeshua em Mateus e Lucas.

Pergunta Judaica:
Mas, se comparamos os versículos em Mateus (Mattithyah) 1:7-11 com a genealogia que aparece no Tanach - 1 Crônicas 3:10-16, vemos que no texto "inspirado" do Novo Testamento contém um grave erro, o autor esqueceu de 4 pessoas, Ocozías, Joas, Amasías e Joacim.

Resposta no Mashiach:
Em Mateus que a matéria foi manuseada de forma especial, com propósitos específicos, e não com a idéia de fornecer uma lista completa dos ascendentes de Yeshua.
Além do fato que a lista de nomes que Mateus escreve, têm pouco interesse ou importância para os modernos, especialmente para os gentios, o evangelho de Mateus foi escrito visando leitores judeus.
Pode ser que a outra parte da genealogia tenha usado como fonte de informações do trecho de I Crônicas 2:5-15.
No trecho de Crônicas acima, a característica mais notável dessa secção é a omissão de três reis: Acazias, Joás e Amasias. Tal omissão se encontra entre Jorão e Ozias (v.8).

Lembremo-nos que não era raro, entre os judeus, confeccionar listas abreviadas com o mesmo propósito de Mateus.
Compare Esdras 6 com I Crôn 1:3-15.



Pegunta Judaica:
Temos o problema das contagens contraditórias da genealogia de Jesus em Mateus, capítulo 1 e Lucas, capítulo 3. A explicação cristã mais comum para estas contradições é que a genealogia de Lucas é matrilinear. Adicionalmente, já foi estabelecido que a descendência remonta somente ao lado paterno, fazendo com que qualquer explicação seja irrelevante. Mesmo que alguém pudesse traçar a genealogia através do lado materno ainda assim teríamos problemas com o texto de Lucas 3:31 que atesta que Maria descendia de David através de Natan, irmão do rei Salomão, e não do próprio Salomão, como profetizado em Crônicas I, 22:10 na Bíblia Judaica.



Resposta no Mashiach:
Mateus 1,16 diz que "Jacó gerou José e atesta que a descendência de José está na genealogia do rei Salomão, e que foi o esposo de Maria". Mas segundo Lucas 3,23 - José era filho de Heli, como pode ser?

A genealogia reduzida de Mateus por ele Salomão não foi feita em vazio, no qual o Evangelista Mateus na sua lista dá assim: "e Jacó gerou a José." Mas Lucas, de outro lado, diz, "sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Heli, (para isto, também, ele acrescenta colocando o DE ao invés da palavra Heli GEROU), mais filho de José, filho de Heli, filho deMelqui e José foi considerado por Lucas como filho de todos os outros da lista, usando sempre o "de" já que não foi possível mais distintamente para afirmar a geração segundo a lei; e assim neste modo da geração ele omitiu inteiramente a palavra "gerou" até o fim da lista, mas por outro lado na genealogia de Mateus colocou a palavra GEROU indo até o rei Salomão e a lista de nomes de Lucas, por meio da conclusão, indo até Adão e até D-us.


As genealogia de Lucas e Mateus que diferem entre si são uma só de José e não se origina de duas linhagens, uma de José e outra de Maria


A genealogia de Mateus trata especialmente da sua descendência Real, referindo-se principalmente ao tempo dos reis 'a linhagem real e 'a época deles. Vemos que a matéria foi manuseada de forma especial, com propósito específico, e não com a idéia de fornecer uma lista completa dos ascendentes de Yeshua (Jesus) até o rei Salomão em Mateus. A genealogia de Lucas mostra a descendência pessoal de Yeshua, pelo que apresenta muitos nomes, não de reis ou da linhagem real de Yeshua, que Mateus não tinha razão de mencionar. Assim sendo a genealogia de Lucas mostraria a descendência humana de Yeshua, da parte de Davi por Natã seu filho e a de Mateus apresenta a descendência real de Yeshua, da parte de Davi por Salomão.

Se as genealogia apresentam ou não a descendência por parte de ambos os pais de Yeshua, de José e de Maria, o certo é que Maria também era descendente de Davi (Luc.1:27,32; 2:4,5). O testemunho dos pais da igreja confirma esta idéia (Hegesipo, Jerônimo e Eusébio).

O Evangelho de Mateus foi visando os judeus; e assim, desde o princípio. Então Mateus apresenta Yeshua como herdeiro legal do trono de Davi.

Mateus é resumida, e alguns nomes foram omitidos de propósito. Abrange 42 gerações, num período de 2.000 anos. Está dividida em três partes de catorze gerações cada uma. O primeiro grupo, de Abraão ao rei Davi, abrange mil anos, o segundo grupo, do rei Davi ao exílio babilônico, abrange 400 anos. O terceiro grupo, do exílio ao Mashiach, tem treze gerações, sendo que a 14a. obviamente inclui Maria, abrangendo seiscentos anos. O final de cada série de catorze gerações está ligado a alguma época crítica da história de Israel, as quais monarquia, o cativeiro e o Mashiach. Disso pode-se deduzir que o autor não fez qualquer tentativa para apresentar uma cifra exata no número de ascendentes de Yeshua, pois o número fictício era comum entre os judeus. Em Esdras 6, por exemplo (onde se vê uma genealogia com mesmo número de lacunas), nada menos de seis gerações de sacerdotes são omitidas, como transparece pela comparação com 1 Crônicas 6:3-15.

No primeiro capítulo do livro de Mateus o relato dividi-se em três partes:


Era patriarcal (Abraham);

Era real (David);

E a era após o exílio babilônico (Zerobabel).


Vemos aqui o uso da numerologia judaica.


1) De Abraham até David, 14 gerações,

2) De David até o exílio, 14 gerações,

3) E do exílio até o Messias, 14 gerações.


Sendo que 14 é o dobro de 7, número do perfeito, pleno e completo. O próprio nome de David na língua hebraica dá 14 – dalet = 4, vav= 6, dalet= 4. (o “iod” é uma letra que foi coloca após no nome David). São 3 letras no nome David.


A) Assim 14 vezes 3 = 42 gerações.

b) 14 gerações nos 3 períodos históricos de Israel.


Então Mateus procura apresentar que o Messias estava predito no nome de David.

O nome David dá a chave dos números de gerações desde o tempo que a promessa foi feita a Abraham até o Messias.

Mateus, como outros escritores judeus e também das Escrituras Sagradas (outras genealogias na Bíblia apresentam ausência de nomes quando comparadas umas com as outras), não ficou preso a exatidão da genealogia. Talvez tenha deixado reis que julgou não representarem dignamente a linhagem davídica. Mais o importante era mostrar a sua procedência genealógica.

Mateus quer dizer com isso que Yeshua é pela genealogia, nascimento e no nome, o prometido Messias que D-us que enviaria para a salvação do seu povo Israel e de todos os gentios.
Quais são algumas diferenças da de Mateus e a genealogia de Lucas. O que aconteceu É que Jacó e Heli eram irmãos. Elí morreu sem filhos. De acordo com a lei judaica dos levitas (Dt 25,5s) Jacó pai de José, desposou a viuva para dar descendência ao seu irmão morto (Heli). Assim, José, de fato é filho de Heli segundo a natureza, mas filho de Jacó segundo a genealogia jurídica. Mas para o que eu disse possa ser feito evidente, explicarei a permuta das gerações.

Se calcularmos as gerações de David por Salomão, considera-se que Matã é terceiro do fim (Mateus 1:15.. e Matã gerou a Jacó;... 16 E Jacó gerou a José. Em Lucas, (Lucas 3: 24) calculamos até de Natã filho de David, na maneira parecida o terceiro do fim é Melqui, filho de Levi, Matá filho de Heli que foi pai de José.

Mateus 1:15

...e Matã gerou a Jacó; E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu Yeshua, que se chama o Mashiach.

Lucas 3:24
23 E o mesmo Yeshua começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Heli, E Heli de Matã, e Matã de Levi, e Levi de Melqui, e Melqui de Janai, e Janai de José,
Como José aqui, por isso, é o objeto proposto para nós, temos de mostrar como é que cada um da genealogia de Lucas está sendo representado cada um como o seu pai, tanto Jacó como descendente de Salomão, como Heli como sendo descendente de Natã filho de Davi: primeiro, como esses dois, Jaco e Heli, eram irmãos; e logo também como os pais desses também eram irmãos, Matã e Melqui, que é de famílias diferentes, são mostrados para ser os avós de José.


Deuteronômio 25:5 (Torá)

5 Se irmãos morarem juntos, e um deles morrer sem deixar filho, a mulher do falecido não se casará com homem estranho, de fora; seu cunhado estará com ela, e a tomará por mulher, fazendo a obrigação de cunhado para com ela.

Bem, então, Matã e Melqui, tendo tomado a mesma mulher à esposa na sucessão, teve crianças que foram irmãos uterinos, como a lei da Torá não preveniu uma viúva, se tal pelo divórcio ou pela morte de seu marido, de casar-se com o outro. Por esta razão - para tal é o seu nome seguiu segundo a tradição - Matã primeiro, descendente de Salomão, Matã gera a Jacó; e na morte de Matã, Melqui, e quem traça a sua descida atrás de Natã, que é da mesma tribo mas de outra família, tendo-se casado com Melqui (a viuva de Matã) , como já foi dito, Melqui e a viuva tiveram filhos.

Assim, então, encontraremos Jacó e muitos irmãos uterinosembora de famílias diferentes. E desses, aquele Jacó que tomou a esposa de seu irmão Heli, que morreu sem filhos, começando por ela o terceiro, José - seu filho pela natureza e pela conta. De onde também é escrito, "E Jacob gerou José." Mas segundo a lei ele José marido de Maria foi (como se cuidava) o filho de Heliporem Jacó seu irmão levantou-lhe a sua semente.


Mas como até aquele tempo a genealogia dos hebreus tinha sido registrada nos arquivos públicos, e aqueles, também, que foram traçados atrás aos prosélitos - como, por exemplo, a Achior Ammanite, e Rute a Moabita, e aqueles que deixaram o Egito junto com os israelitas, e se intercasaram entre eles - Nisto o rei Herodes (pai de Herodes o Tetrarca), sabendo que a linhagem dos israelitas não contribuía para nada no reinado dele, este incitou pela sua consciência do seu nascimento ignóbil, mandou queimar os registros das familias de Davi para evitar a concorrência.

Então, Matã, descendente de Salomão, que gerou a Jacó. Na morte de Matã, Melqui, Matã, gerou pela força da lei filhos pelas mesmas viúvas dos irmãos falecidos. Por isso, Heli.. e Jacó são irmãos uterinos. .... no qual um morre sem filhos e Jacó então lhe levantou a semente e foi José , seu próprio filho pela natureza, mas sim filho por lei. Assim José foi o filho de ambos de Heli e Jacó, como diz Lucas.

I. - A EPÍSTOLA A ARISTIDES.
http://www.clerus.org/clerus/dati/2001-02/08-999999/01.html


Então:

Cor azul=irmãos da mesma mulher (Matã & Melqui).
Cor vermelha=irmãos da mesma mulher (Jacó & Heli).

GENEALOGIA DE MATEUS

Salomão de David (Mateus 1.6)
Matã (v.15) gerou a Jacó (v.15)
Jacó gerou > José marido de Maria (v.16) da qual (dela) nasceu Yeshua.

Mateus 1:20

E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Ruach HaKodesh;

GENEALOGIA DE LUCAS

Natã de David (v.31)...
José de
 Matatias (v.25)...
Levi de 
Melqui(v.24)
Matã de Levi(v.24)
Heli de Matã(v.24)


Lucas 1:27

A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davie o nome da virgem era Maria.

Lucas 2

3 E todos iam alistar-secada um à sua própria cidade. 4 Subiu também José, da Galiléia, da cidade de Nazaré, à cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi,
a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.

Conclusão:
Na genealogia de Lucas 3, deve ter havido muitos casamentos de irmãos uterinos, nas sucessivas gerações com as suas viúvas, assim como aconteceu com a viúva de Heli.

Heli morreu e Jacó (Mt 1 :16) tomou a viuva de Heli e gerou José que foi marido de Maria da qual nasceu Jesus .

Heli morre e deixa a viuva e Jacó que é irmão de Heli (Mateus 1:16 - se casa com a viuva de Heli pela lei do levirato. Jacó é obrigado a se casar com a viuva de Heli para deixar descendente que foi José, marido de Maria.



Pergunta Judaica:
Existem ainda mais problemas quando se tenta provar a genealogia de Jesus através de José, esposo de Maria (mãe de Jesus). O Novo Testamento afirma que José era um descendente do Rei Jeconias, a quem a Bíblia Judaica amaldiçoou para que não tenha descendentes “sentados no trono de David e reinando sobre Judá ” (Jeremias 22:30). A genealogia de José, mesmo que fosse relacionada a Jesus, esbarraria num rei que não teve filhos e desqualificaria o próprio Jesus como Messias.



Resposta no Mashia
ch:
HaShem falou por meio do profeta Ageu no segundo ano de Dario, 520a.C. os seguintes aspectos:
'El-zerubbabel (a Zorobabel), Este homem é identificado como filho de Salatiel, que é filho, por sua vez, do exilado rei Joaquim (1Crônicas 3:17), ou mais conhecido por Jeconias). Diz a Bíblia NVI no seu rodapé neste texto: Em I Crôn. 3:16: Jeconias, também conhecido como Joaquim, também no verso 17,
Podemos relembrar que o rei Joaquim foi feito prisioneiro e levado para a Babilônia depois de um curto e mau reinado de três meses e dez dias em Jerusalém (em 2 Crônicas 36:9,10).
De acordo com 2 Reis 25:27-30, Joaquim, depois de trinta e sete anos, foi libertado da prisão pelo recém-coroado rei da Babilônia, Evil-merodaque, e foi-lhe dado o privilégio de comer 'a mesa do rei, no seu palácio em Babilônia (um prazer que Daniel negou a si mesmo). Pois bem, o neto desse rei reabilitado, mais ainda submisso, recebeu a honra de ser nomeado pahat yãhûda (o sátrapa ou o governador de Judá, Ageu 1:1). O termo pahat yãhûda no hebraico é traduzido usualmente como "governador", mas é usado como tradução hebraica do termo persa sátrapa (o mesmo termo sátrapa Pehâ é usado em 2Crônicas 9:14 e em repetidas vezes em Daniel, Esdras, Neemias e Ester).
Portanto o rei cativo foi honrado pela nomeação de seu neto como um governante no império persa. A este rei foi lhe dada autoridade política sobre o próprio lugar e o povo onde a casa davídica realmente não fora eliminada a partir de Jaconias.
De fato o profeta Ageu dirige-se a Zorobabel como o líder real e político responsável pelo remanescente que tinha retornado a Jerusalém. A casa de Davi a partir da descendência de Joaquim (Jaconias Mateus 1:11) ou conhecido em Mateus por Jaconias, pois neste fato ocorrido, prova que a descendência dele não fora removida pelo pecado de Jeconias, como diz o RABINO BENTZION KRAVITZ do JEWS FOR JUDAISM.
Em Ageu 2:23 haShem se dirige-se a Zorobabel neto de Jeconias por um título messiânico: 'abdi (meu servo). O termo em hebraico é usado para referir-se a homens que têm posição messiânica e cumprem atividades redentoras: Abraão (Gn. 26:24); Moshe (Nm 12:7,8 ; Dt.34:5, Js.1:2,13,15); Josué (Js.5:14 ; 24:29 ;Jz.2:8); Samuel (1Sm.3:9,10); Davi (2Sm.3:18 ; 7:5,8 ; 1Rs.8:23,24).
Isaías empregou o termo 'abdi hebraico para referir-se ao antítipo de todos esses, isto é, o Servo messiânico de haShem (Is 42:1 ; 43:10 ; 49:6,7 ; 52:13 ; 53:11).
Então concluímos que Zorobabel foi considerado muito mais do que um simples governador nomeado pelos persas. Ele é nada menos do que um Servo de haShem. É de fato, um representante na genealogia do rei Salomão indo até o Filho de D-us, o Mashiach Yeshua (Mateus 1:13).
Jaconias > gerou > Salatiel > gerou > Zorobabel > ... > gerou > Jacó> gerou > José , marido de Maria da qual nasceu Yeshua que é chamado haMashiach.
Mateus 1:20
E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Ruach HaKodesh;
Ageu 2:23 

23 Naquele dia, diz o Senhor dos exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabelservo meu, filho de Salatiel, diz o Senhore te farei como um anel de selarporque te escolhi, diz o Senhor dos exércitos, servo meu, filho de Salatiel....porque te escolhi.
Te farei como um anel de selar; O anel de selar dado a Zorobabel era aplicado o poder e a autoridade do trono ( 1Reis 21:8 - Dn 6:17) e por meio do neto de Jaconias a dinastia davídica seria continuada. E Zorobabel, entre outros descendentes de Davi, é declarado aquele que haShem escolheu (Ageu 2:23) para representar nele a linha messiânica. Em vista da escolha de haShem, é indubitavelmente sob a mão providencial de Adonay que Zorobabel foi nomeado governador - uma posição que lhe dá destaque na comunidade dos remanescentes segundo Mateus 1:13, o filho de Zorobabel, Abiúde, e seus descendentes continuam essa linhagem messiânica davídica até Yeshua.
Então:

Lucas 1:27
27 A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era Joséda casa de Davi; e o nome da virgem era Miriam...

34 E disse Miriam ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?

35 E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti
Ruach HaKodesh e virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de D-us.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino


Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino

O rabino Chaim Richman é um dos mais influentes hoje em dia por causa de seu projeto de reconstrução do Terceiro Templo, que deverá ser erguido no seu local original.
por Jarbas Aragão

Em uma longa reportagem feita pelo jornal inglês The Telegraph, ele revelou alguns de seus segredos. Em uma das salas onde estão guardadas as peças principais do novo Templo, repousa a Arca da Aliança.
“Esta não é a verdadeira arca perdida”, diz ele ao repórter. ”Ela está escondida a cerca de um quilômetro daqui, em câmaras subterrâneas cavadas ainda nos dias de Salomão”.
Ele vai mais além “É verdade. Os judeus têm uma cadeia ininterrupta de informações gravadas e transmitidas de geração em geração, indicando a sua localização exata. Há um grande fascínio com a descoberta da arca perdida, mas ninguém pergunta aos judeus. Nós sabemos onde ela está há milhares de anos. Poderíamos escavá-la no alto do Monte do Templo [Moriá], mas essa área ainda é controlada pelos muçulmanos”.
Richman, 54, é o responsável pelo Instituto do Templo, organização que já fez todos os preparativos para sua reconstrução, incluindo as peças que seguem as orientações da Bíblia e o treinamento dos sacerdotes que servirão ali dia e noite.  Para muitos ele seria hoje o candidato mais forte a sumo-sacerdote, retomando a tradição que iniciou com Arão, o irmão de Moisés.
Contudo, o novo templo terá algumas diferenças do original. Não no projeto arquitetônico, mas na utilização de tecnologia de ponta. O rabino, por exemplo, usa em seu smartphone um aplicativo especialmente projetado para acender as luzes e abrir as cortinas.  Ele também já tem pronto o projeto de um monotrilho, para transportar os visitantes até a porta. Uma caixa d’agua totalmente informatizada para controlar o uso de um bem tão precioso em Israel.  Richman explica que basta um toque e a torneira vai liberar a quantidade exata de água estipulada pela lei judaica para as lavagens rituais.
Maquete do Templo
Projeto do Terceiro Templo.
“Não há razão alguma para não usarmos a tecnologia, que é um milagre moderno, juntamente com os milagres celestiais. É parte da nossa visão [do templo] levando em conta a realidade de nosso tempo. Tenho certeza de termos elevadores de última geração e um moderno sistema de controle do estacionamento”, comemora.
Outro motivo de orgulho para o Instituto do Templo são todos os utensílios sagrados já prontos. As vestes do sumo-sacerdote, feitas estritamente segundo a tradição dos levitas, estão prontas. Incluindo as peças de ouro e o peitoral com 12 pedras preciosas. Seu custo foi estimado em quase 450 mil reais. [€ 160.000]. Há também trombetas de prata e harpas de madeira, bandejas para coletar o sangue dos sacrifícios, um incensário e a mesa onde fica o pão ritual. Lá fora,  repousa um candelabro cuidadosamente esculpido, com 90 kg de ouro e pesando 1,5 tonelada. Seu custo aproximado foi 3 milhões de reais [€ 1,4 mi].
Os 20 estudiosos do Talmude, que trabalham para o Instituto em tempo integral, elaboraram em detalhes todos os procedimentos seguindo as leis elaboradas cerca de 3.000 anos atrás. O Instituto liderado por Richman afirma que gastou mais de 30 milhões de dólares até o momento. Já se passaram 22 anos desde sua fundação. Aberto ao público, eles calculam que mais de um milhão de pessoas visitaram o local na última década.
Há uma expectativa crescente em Israel pela reedificação do Templo, garante ele. Mas ao mesmo tempo um temor quanto aos extremistas israelenses. Em 1984, um plano do grupo Jewish Underground para explodir o Domo da Rocha foi descoberto pela polícia. Outros palestinos acreditam que a ameaça vem do próprio governo israelense. Já no ano 2000, quando então líder da oposição, Ariel Sharon, visitou o local para enfatizar o controle de Israel sobre a área, iniciou-se a segunda intifada, na qual morreram 1.000 israelenses e 3.000 palestinos.
Nos últimos dois anos, uma série de líderes  políticos e religiosos vem lutando para reconquistar o direito dos judeus orarem livremente no Monte do Templo. As tentativas têm gerado conflitos entre árabes e judeus, quase sempre com a intervenção da polícia.
Os líderes palestinos tem acompanhado de perto a situação. “[O desejo judeu é] totalmente inaceitável, e poderia transformar a região em um barril de pólvora”, disse em maio o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.  O Sheikh Mohamad Hussein, o Grande Mufti de Jerusalém foi mais enfático: ”Os muçulmanos na Palestina e em outros lugares do mundo nunca aceitarão essa provocação e vamos impedir isso… Esta é a linha vermelha final para nós. Os israelenses e o mundo devem escutar atentamente o que estou dizendo”.
No entanto, mesmo entre a comunidade religiosa judaica, há quem se oponha.  Michael Melchior, um rabino ortodoxo e ex-membro do Parlamento, considera Richman e sua organização “irresponsáveis”. “No momento em que você anuncia que deseja construir um templo, perturba o equilíbrio delicado que nós criamos aqui”.
Porém, muitos questionam as afirmações do Instituto do Templo, e receiam que uma guerra contra os muçulmanos que juram defender até a morte o Domo da Rocha e a mesquita de Al Aqsa, atualmente no local do Templo.  Sobre a localização da Arca da Aliança, Shimon Gibson, um arqueólogo renomado do Instituto Albright, em Israel, defende que a Arca foi destruída em 587 a.C. quando os babilônios saquearam Jerusalém e tiraram todo o ouro que estava no templo, derretendo todos os utensílios. Outros estudiosos acreditam que ela foi levada para a África. Uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia defende que eles são os guardiões da Arca há séculos. Até hoje ela estaria na cidade de Aksum, na conhecida “Capela das Tábuas da Lei” .
As muitas tradições religiosas sobre o local prevalecem entre os judeus mais ortodoxos, e também a confiança nas profecias bíblicas que o Templo voltará ser erguido.  Desde a destruição do Segundo Templo, no ano 70, o acesso dos judeus foi severamente restringido ou mesmo proibido por governantes cristãos e islâmicos que governaram Israel.
“Trata-se do território de Deus. O Islã aproveitou nosso exílio e se apoderou do Monte do Templo e diz que os judeus nunca estiveram aqui”, lamenta Richman. “Estamos prontos para restaurar este lugar à sua antiga glória… temos condições de construir o templo se realmente quisermos! Deus deve estar se perguntando o que estamos esperando”.
Com informações de Telegraph.

Divulgação :GOSPELPRIME

Grupo judeu retoma sacrifícios em preparação para o “Terceiro Templo”

Grupo judeu retoma sacrifícios em preparação para o “Terceiro Templo”

Sacrifício ritual do Antigo Testamento foi realizado na última Páscoa


A maioria dos judeus espera a construção do Terceiro Templo como parte do cumprimento das profecias do Antigo Testamento e anúncio da vinda do Messias. Mas na última Páscoa (29/03), um grupo judeu ortodoxo realizou um sacrifício em frente ao Monte do Templo, em Jerusalém, seguindo o ritual descrito nos Livros de Moisés.
Esse “abate ritual” não foi meramente uma reconstituição histórica, mas, sim um “ensaio profético”  antes da reconstrução do Templo. Nos últimos anos, esses sacrifícios foram realizados com a anuência do governo, mas o de 2013 surpreendentemente recebeu um veto do Serviço de Veterinária de Israel, que se recusou a dar autorização para o evento.
Os organizadores precisaram levar a questão até o tribunal, e conseguiram uma liminar permitindo o ritual. Os diferentes grupos envolvidos no caso foram liderados pelo rabino Yehuda Glick, o qual explica que o ritual foi realizado com o máximo de precisão bíblica possível.
“Nós tomamos o animal, como manda a Torá, fizemos um altar como era antigamente, e uma cozinha construída de acordo com a halachá [lei judaica]. Nós abatemos o animal com os Leviim cantando e usando as roupas sacerdotais, assim como era o sacrifício do Pessach [Páscoa] de nossos antepassados”.
Os leviim são judeus da tribo bíblica de Levi, cujos membros celebravam as cerimônias no antigo Templo. Para o rabino Glick, o ritual foi comovente. ”O simbolismo de ficarmos em pé, diante do Monte do Templo e nos preparando para o sacrifício da Páscoa, sem dúvida, foi um momento especial”, resumiu. Com informações Israel National News.


Assista:




Cores mencionadas na Bíblia são descobertas em tecidos encontrados no deserto





Novas descobertas arqueológicas afetam edificação do Terceiro Templo





Novas descobertas arqueológicas afetam edificação do Terceiro Templo
No final de 2013, foi divulgado pela Autoridade de Antiguidades de Israel a descoberta de três tecidos raros. Com cerca 2.000 anos, eles foram encontrados pela equipe do doutor Naama Sukenik, que atua sob a orientação do professor Zohar Amar, do Departamento de Estudos e Arqueologia da Terra de Israel, e o doutor David Illouz, do Departamento de Ciências da Vida, da Universidade de Bar Ilan.
Os tecidos estavam em cavernas de Wadi Morbaat, localizadas ao sul de Qumran, na área do deserto da Judeia onde os Manuscritos do Mar Morto foram encontrados, nas décadas de 1940 e 1950. Um estudo detalhado analisou os materiais de 180 amostras desses tecidos. A maioria deles foram pintados com substâncias derivadas de plantas.
O exame minucioso do material foi coordenado pela doutora Orit Shamir, restauradora de resultados orgânicos da Autoridade de Antiguidades. As cores foram testadas usando instrumentação de análise avançada para identificação de corantes (HPLC) pelo doutor Sukenik e assistida pelos doutores Alexander e Rwak.
As peças ainda preservam suas cores originais, as mais prestigiada do Israel antigo: o azul, o roxo e o escarlate. Acredita-se que eram usados no vestuário dos moradores ricos da região. “A importância destes tecidos é extremamente significativa, praticamente não há paralelos para eles no registro arqueológico”, afirmou Yoli Shwartz, porta-voz Autoridade de Antiguidades de Israel em um comunicado.
Para os que não estão familiarizados com os relatos da Bíblia, no livro de Êxodo, Deus dá a Moisés instruções precisas para a construção do tabernáculo. A fabricação de peças de vestuário sacerdotais, que incluíam fios azuis e roxos e vermelhos (escarlate). Durante centenas de anos, os estudiosos questionaram se realmente havia a coloração azul celeste descrita na Bíblia. Os estudiosos levantavam inclusive a hipótese de o tchelet (Azul Celeste), na realidade seria o roxo ou o púrpura, pois o segredo de sua fabricação havia se perdido.
A análise moderna mostra que eles foram pintados com dois materiais muito valorizados na antiguidade, o argaman (roxo) retirado de um tipo de espinho e do pulgão armênio. A terceira peça indica que os fios foram pintados quando exposto à luz ou cozidos depois de tingidos e mostram a utilização adicional de um tipo de caracol para se alcançar a tonalidade azul.
A importância da descoberta tem um forte apelo religioso. Desde agosto de 2013, estão sendo treinados em Israel os cohanim (sacerdotes) numa iniciativa do Instituto do Templo. Eles se preparam, juntamente com várias outras organizações, a reerguer o Beit HaMikdash (Templo de Salomão) em Jerusalém.
Embora muitos utensílios do chamado Terceiro Templo já estejam prontos, os estudiosos judeus estavam divididos sobre as vestes do Sumo Sacerdote, que comandaria os sacrifícios.
Havia uma disputa sobre como seria sua roupa, uma vez que grande parte das instruções de Êxodo são específicas, mas quase impossíveis de serem reproduzidas sem um parâmetro de comparação. Com essa descoberta, será possível eliminar qualquer dúvida pendente sobre como deve ser as roupas sacerdotais, algo que pode causar o fim de algumas divisões e uma reprodução fidedigna às instruções contidas em Êxodo. Com informações The Blaze.

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

JESUS: O CORDEIRO DE DEUS – A NOSSA PÁSCOA


O CORDEIRO DE DEUS – A NOSSA PÁSCOA
Isaías 53.7, “como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.”
João 1.29, “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”
João 1.36, “E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.”
Apoc 14.1, “E, olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião”
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”


Assim que o pecado entrou no mundo, foi necessária a morte de um inocente que agradava a Deus como substituto do verdadeiro culpado. Para cobrir a vergonha do pecado e a nudez em Adão e Eva, o SENHOR Deus fez túnicas de peles, e os vestiu. (Gn. 3.21) Assim Deus mostrou a necessidade da morte de um inocente para cobrir um culpado. A primeira morte física foi os animais de quais Deus fez as túnicas de peles para vestir nossos primeiros pais (Gn. 3.21). Depois veio a ser uma prática comum entre os homens para com Deus.
O primeiro relato do homem oferecendo um sacrifício de animal em adoração a Deus foi aquele que Abel ofereceu, oferecido dos primogênitos das suas ovelhas. O SENHOR atentou para o sacrifício do animal em contraste ao sacrifício de Caim que ofertava frutos da terra. Por Deus determinar que o pecado de Caim era por não adorar-LO com sacrifício de um animal, podemos afirmar que tal sacrifício era mandamento. O pecado é a transgressão da lei (I Jo. 3.4). Para Caim transgredir, tinha que ter lei.
O sacrifício em qual você confia agrada a Deus?
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
Em Gênesis 22.7-8: um exemplo do costume do povo de Deus usando cordeiros em seus holocaustos. Era comum entre o povo, por isso Isaque perguntou do cordeiro. Isaque achava estranho fazer um holocausto apenas com fogo e lenha. Nesta ocasião Abraão profetizou:“Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto”. Este seria Cristo Jesus, “O Cordeiro de Deus” que João o Batista apontou a todo o povo (Jo. 1.29).
O sacrifício de um animal era o costume de adoração entre o povo de Deus. A única razão para o povo de Israel pedir ao Faraó permissão para sair do Egito era, como diziam, “para que sacrifiquemos ao SENHOR nosso Deus.” (Êx. 3.18). Um sacrifício de um inocente em lugar do culpado, foi o que agradou o Senhor desde o começo. Disso Ele não mudará (veja no céu que Cristo Jesus é “Cordeiro, como havendo sido morto”, Ap. 5.6).
Se qualquer culpado espera ser aceito pelo eterno e santo Deus, somente pode ser através do sacrifício do inocente pelo culpado. É a maneira que o justo Juiz ordenou para todas as épocas.
O sacrifício de animais mostrava seriedade nas promessas também entre os homens. Em Gênesis 31.54, para firmar em público diante de Deus e os homens o compromisso que Jacó e Labão tinham feito “ofereceu Jacó um sacrifício”.
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
O significado do sacrifício de um animal em muito nos ensina doutrinas básicas de Deus e da salvação por Cristo: que a morte é necessária para pagar pelo pecado (Ez. 18.20; Rm 6.23); o inocente pagará pelo culpado, Deus pode soberanamente ser agradado pela maneira que Ele estipulou; é necessária uma obediência perfeita para que Deus aceite o sacrifício dado (ver o exemplo de Caim, Gên. 4.2-4; Hb. 11.4, e de Cristo, Fil. 2.8); não serve qualquer animal para o sacrifício: o tipo, a idade e o sexo do animal como também a forma oferecida foram determinados por Deus.
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
O sacrifício da páscoa é um exemplo bem claro do Único Sacrifício de que agrada Deus, Jesus Cristo:
Em Êxodo 12.1-12 a páscoa foi instituída pela ordem de Deus antes mesmo do seu povo sair do Egito.
As Qualificações do Cordeiro Pascal Apontam a Jesus, O Cordeiro de Deus, A Nossa Páscoa
O cordeiro para a primeira páscoa foi escolhido “cada um por si” (Êx. 12.3), ou seja, para a necessidade particular de cada um. A responsabilidade e a obediência individual são ensinadas nisso também. O reconhecimento pessoal da participação neste sacrifício é tido. Para satisfazer todas as necessidades de cada um na sua casa, este cordeiro pascal foi escolhido pelo líder do lar.
Jesus é o sacrifício dado por Deus (Jo. 3.16; Is. 28.16; 42.1; I Pe. 2.4, “mas para Deus, eleita e preciosa”). Tudo sobre Cristo agrada Deus no lugar do pecador. Jesus é ”por si”, ou seja, “O Cordeiro de Deus”. Deus julgou Jesus suficiente para todas as necessidades de cada pecador que venha pela fé a Deus, Jesus foi dado pelo Pai, ou, “a páscoa do SENHOR” (Êx. 12.11).
“E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.” Gn. 22.8
O cordeiro para a primeira páscoa foi escolhido “segundo as casas dos pais” (Êx. 12.3,4), ou seja, segunda as necessidades de cada um no lar. O sacrifício foi restrito para as pessoas de uma família, a exceção sendo para uma família pequena. “Conforme o seu comer” (v.4), o sacrifício devia ser comido por completo
Cristo é segundo o que é necessário, Ele é o “justo para os injustos” (I Pe. 3.18); veio ao mundo, nascido de mulher, sob a lei (Gl. 4.4). Verdadeiramente Ele é “segundo a casa dos pais” (Êx. 12.3,4). Ele tomou carne pelo Seu nascimento de mulher, para ser um homem como nós, só sendo sem pecado para ser “segundo a casa dos pais”. Ele serve como sacrifício propício para todo tipo de famílias, grandes ou pequenas, entre o judeu ou o gentio: Jo. 3.16! Como o sacrifício era conforme o comer de cada um assim Cristo é o sacrifício suficiente para cada um conforme a sua necessidade. Para ser o sacrifício completo precisava ser comido por inteiro. Cristo foi dado por completo Ele morreu na cruz. Não foi um desmaio ou outro estado de ser. Cristo Si deu integralmente para salvar o pecador eternamente.
Jesus foi responsável e obediente em tudo diante de Deus para cada pecador dado a Ele pelo Pai (Fp. 2.8-10; Jo. 6.37-39; Jo. 17.2)
O cordeiro para a primeira páscoa foi escolhido era para ser “sem mácula” (Êx. 12.5). A pureza do sacrifício é representada. O valoroso, o melhor é para ser dado. O que era menos disso era para ficar no rebanho. A integridade do ofertante é provada nisso. Observe essa atitude em Davi: “Porém o rei disse a Araúna: Não, mas por preço justo to comprarei, porque não oferecerei ao SENHOR meu Deus holocaustos que não me custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinquenta siclos de prata.” II Sm. 24.24.
Cristo era o sacrifício propício de Deus, pois é o Cordeiro “sem mácula” (II Co. 5.21; Hb. 4.15; I Pe. 2.22, “O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.”).
Cristo é tanto o Precioso dado quanto o Precioso que Si ofereceu a se mesmo para Deus. Ele é Aquele que era “cada dia as suas delicias” tanto Aquele de quem é dito “alegrando-me perante ele em todo o tempo” (Pv. 8.31) Quando Deus o deu um corpo, Jesus Si entregou “para fazer, ó Deus, a tua vontade” (Hb. 10.5-9).
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
O cordeiro para a primeira páscoa era para ser “macho” (Êx. 12.5). Por determinação soberana e divina o sacrifício propício para agradar a Deus e representar Aquele que Lhe satisfaz como sacrifício da páscoa tinha de ser “macho”
Cristo, o” Cordeiro de Deus” que veio ser a “Nossa Páscoa” é o sacrifício “macho” : “E dará à luz um filho” (Mt. 1.21); os anjos anunciaram aos pastores de Belém, “Achareis o menino envolto em panos” (Luc. 2.12); os pastores foram a Belém e “acharam ... o menino deitado na manjedoura” (Luc. 2.16); na fuga para o Egito, o anjo do Senhor apareceu em sonhos, “Levanta-te, e toma o menino”(Mt. 2.13); na volta do Egito para Israel, “Levanta-te, e toma o menino” (Mt. 2.19); e em Jerusalém, Jesus foi circuncidado (Luc. 2.21) e foi apresentado no templo pois “Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor” (Luc. 2.23); na sua volta a Nazaré Lucas escreveu palavras inspiradas: “E o menino crescia” (Luc. 2.40). Verdadeiramente Cristo é o Filho de Deus.
“Macho” é usado como sinédoque. Sinédoque é uma palavra na gramatica portuguesa que tem origem da palavra grega sunekdoke. Este substantivo feminino significa: Tropo que consiste em tomar a parte pelo todo, o todo pela parte; o género pela espécie, a espécie pelo género, etc. (Priberam) No nosso caso o “macho” representa tudo que veio do homem, ou seja, a mulher e os seus filhos.
Cristo, sendo macho, é o sacrifício aceitável de todos, ou seja, homem, mulher ou seus filhos. Mulher não é desprezada nem crianças são minimizadas. Todo aquele que vem a Deus por Jesus Cristo é recebido. Todos que confiam no sacrifício de Jesus Cristo são salvos! Você já avaliou-se desta salvação tremenda em Cristo Jesus! Não demore! Já agora, se arrependa dos seus pecados e creia nEste “Cordeiro de Deus” para que Ele venha a ser sua “Páscoa”!
O cordeiro para a primeira páscoa era para ser “um ano de idade” (Êx. 12.5). Um cordeiro de um ano tem a qualidade da inocência e da preciosidade do sacrifício. Um cordeiro ou cabrito de um ano representava ao pastor das ovelhas a sua esperança em ganho. O rebanho aumentava com o nascimento de um cordeirinho. Um cordeiro de um ano está já nos cálculos do pastor do rebanho como renda certa. O sacrifício para a Páscoa era um sacrifício de valor, preciosidade e inocência.
Cristo é o sacrifício inocente, precioso e de grande valor diante de Deus, (I Pe. 1.19; Prov. 8.29-31; II Sam. 12.3) assim como foi precioso o cordeiro de um ano. O bom prazer do SENHOR prosperava na Sua mão (Is. 53.10). De Jesus o Pai diz: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho,o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.” Is 42.1. O Pai deleitava no Seu Filho e para não ter dúvida disso o Pai afirmava com a Sua voz do céu: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mt. 3.17; 17.5).Você estando em Cristo satisfaz tudo diante do Pai. Pecador, seja aceito diante do Justo Juiz por ser “em Cristo”!
O cordeiro para a primeira páscoa era para ser “tomado entre as ovelhas ou as cabras” (Êx. 12.5). Creio esta qualificação representava a facilidade de acesso do sacrifício para o povo.
Cristo, o “Cordeiro de Deus” que veio ser a “Nossa Páscoa” foi tomado entre o povo (Jo. 1.11, “o que era seu”; Mt. 26.45, “Filho do homem”). A escolha de um cordeiro entre o rebanho misto representa Cristo sendo escolhido por Deus entre o povo. Cristo é o Salvador perfeito do homem sendo feito homem também. Jesus Cristo padeceu-se com as nossas fraquezas pois Ele é “como nós” (Hb. 4.14-16) “Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles.” (Hb. 2.10). Cristo foi tomado entre o povo pois Ele era do povo.
A salvação é de fácil acesso para todo pecador arrependido. Deus não coloca empecilhos diante do homem pecador para que ele não seja salvo. O caminho é anunciado a todos! Jesus Cristo é para todos que são cansados e oprimidos dos seus pecados. Cristo manda que tais venham a Ele para serem aliviados daquele pecado que os oprime (Mt. 11.28-30). Deus não pede dos pecadores obras quaisquer antes da salvação e nem depois da salvação para mantê-la. Cristo é o Salvador completo e eterno! O acesso ao Salvador é livre agora para todo aquele que crê nEle (Jo. 3.16, 36).
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
Não somente era exigido o sacrifício correto mas a cerimônia do sacrifício da páscoa também tinha que ser observada com precisão (Êx. 12.6)
O cordeiro para a primeira páscoa era guardado do décimo até o décimo quatro dia (Êx. 12.6). Essa demora dava tempo para observar o sacrifício para confirmar que cumpria as qualificações já estudadas. Era tempo para os da casa contemplar a razão do sacrifício, o inocente para os culpados.
Jesus, o “Cordeiro de Deus” que veio ser “a nossa páscoa” foi guardado aparte. Ele esperou até que chegou a hora certa (Jo. 17.1). Jesus Cristo foi guardado até a “plenitude do tempo”, ou seja, para uma época determinada (Gl. 4.4). Deus tem anunciado o Seu Cristo diante de todos. Pecador! Considerai a sua condição depravada e considere Jesus Cristo o “Cordeiro de Deus”. Ele foi proclamado desde aquele primeiro pecado foi achado entre os homens (Gn. 3.15). Cristo é o único que Deus proclamou Salvador desde aquele tempo. Em verdade, não terá outro além de Jesus Cristo, O “Cordeiro de Deus”. Em “nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”, At. 4.12.
O cordeiro para o sacrifício para a primeira páscoa era sacrificado à tarde (Êx. 12.6).
Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus” que é a “Nossa Páscoa” foi crucificado à tarde (Mt. 27.46; Mar 12.34; Luc 23.44; Jo. 19.14). Foi um sacrifício observado por todo a sociedade: os políticos, soldados, religiosos e o público geral (Mt. 27.11-20, 27-31, 39-44).
O sangue do cordeiro para a primeira páscoa “era um sinal” para o Senhor não ferir ninguém na casa onde o seu sangue era posto na porta (Êx. 12.7).
A aspersão do sangue de Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus” é o sinal que Deus respeita (Hb. 9.14; 12.24). Quem tem o sangue de Cristo em seu coração nunca verá a morte mas já passou da morte para a vida (Jo. 5.24, “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”; II Tess 1.10; I Jo. 1.7).
A carne do cordeiro dessa primeira páscoa era para ser assada no fogo com pães ázimos e comida com ervas amargas (Êx. 12.8). Tanto o cordeiro foi preparado quanto os que comiam-no. Comendo com pães ázimos e com ervas amargas representa o arrependimento dos pecados dos que avaliaram-se deste sacrifício.
Como o cordeiro daquela primeira páscoa foi assado com pães ázimos, a morte de Cristo foiacompanhada por tristeza e sofrimento, da mesma maneira que a carne da páscoa foi comida, assada no fogo e comida com ervas amargas (Mt. 26.37-44, “começou a entristecer-se e a angustiar-se muito”; II Co. 7.10, “tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação). Cristo foi desamparado por Deus (Mt. 27.46) “assado no fogo”, um sacrifício completo, nada terminando antes da hora (Fil. 2.8, “obediente até a morte, e morte de cruz.”).
O cordeiro desta primeira páscoa não deveria ser comido cru, nem cozido em água, mas assado no fogo (Êx. 12.9).
Cristo deu um sacrifício correto e completo. Não foi poupado, cozido em água, mas foi “assado no fogo”. Aquela ira de Deus, que é devida para cada um dos pecados do Seu povo, caiu verdadeiramente sobre Cristo Jesus! Crer em um Cristo que não foi sacrificado é inaceitável!Seria igual de comer o sacrifício cru. A obra de Cristo na cruz tem que ser apropriada individualmente pela fé. Em Cristo mesmo, e só nEle, o pecador deve crer. Não num embuste, numa mensagem perfumada ou “aguada” (não cozida em água), mas no Evangelho completo: a vida, a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo no lugar de todos os pecadores que se arrependem e creem nEle pela fé (I Co. 15.1-5) O Evangelho verdadeiro prega: Jesus Cristo foi “assado no fogo”. Ele se deu integralmente para os que confiam nEle sejam aperfeiçoados complete e eternamentre (Hb. 10.14).
O cordeiro desta primeira páscoa foi assado no fogo com a sua cabeça e os pés e com a sua fressura, nada podia ser deixado até o amanhecer (Êx. 12.9).
Assim como nenhum pedaço da carne da páscoa deveria ficar para depois, nada do corpo de Cristo foi deixado além da hora prevista na cruz (Mt. 27.57-60) ou na sepultura pois ressuscitou no terceiro dia (Mt. 28.1-6, “Ele não está aqui”), exatamente como foi profetizado (Mt. 16.21).
Portanto: Jesus Cristo é o Salvador perfeito e suficiente! Pecador, arrependa-se dos seus pecados e creia em Jesus Cristo! Assim, a “páscoa do SENHOR” torna a ser a “NOSSA páscoa”.
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
Houve requerimentos para o povo participar no comer do sacrifício (Êx. 12.11)
Os que comiam a páscoa necessitavam a ser vestidos para viajar (Êx. 12.11, lombos cingidos, sapatos nos pés, o cajado na mão).
Os em Cristo necessitam ser vestidos apropriadamente. Somente aquele vestido pelo sangue de Cristo pode agradar o Senhor (Jo. 3.14-16). São salvos todos que são lavados pelo sangue de Cristo (I Pe. 1.18-19; Ap. 1.4-8).
Os que conhecem Jesus Cristo como o “Cordeiro de Deus” devem despojar-se de tudo mundano (Cl. 3.5-13; I Jo. 2.16) Os que “comem de Cristo”, ou seja, os que andam pela fé “em Cristo”, são peregrinos neste mundo e assim devem se vestir. O mundo não é o destino do cristão. Portanto, não devem se vestir como os modelos vestem-se para os desfiles da moda. Os em Cristo evitem ser enraizados nos cuidados e costumes do mundo e olham para Jesus: “Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?” Mt. 6.25.
Os em Cristo têm boa razão para darem uma testemunha diferenciada (Rm 6.4, para andar “em novidade de vida”) entre os gentios, até o “dia da visitação” (I Pe. 2.11,12). Estamos em terra estranha e devemos andar como os do dia (I Tess. 5.5,6, “Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios;”; Ef.. 5.8).
Os que comiam deviam comer apressadamente (Êx. 12.11).
Também há uma pressa nisso todo. O pecador não deve ser preguiçoso e demorado diante da brevidade do tempo que os cristãos estarão aqui. A morte dos primogênitos veio antes da saída dos cristãos de Egito. Pecador, para você é importante ser apressado para entrar “em Cristo”! Não deixe para outra hora a salvação que é tão necessária (At. 17.30; Hb. 3.7-11). Cristão, para você é importante a evangelização. Se não há quem pregue, não haverá quem crer em Cristo (Rm. 10.13-15). Só há fruto depois de semear (Ec. 11.5-6).
O crente é um peregrino mas a vinda de Cristo é iminente, pode acontecer logo. Trilhe o seu caminho e apresse-se olhando para Jesus que logo virá (Hb. 12.1,2; I Tess 5.2; II Pe. 3.10).
É proveitoso observarmos que Cristo cumpriu completamente todos os tipos e símbolos do sacrifício da páscoa sendo feito sacrifício por nós na Sua própria pessoa (I Pe. 2.24). Não foi a igreja o sacrifício, nem as suas ordenanças. Não é uma obra de obediência por algum homem qualquer em quem Deus vê satisfação. Deus aceita o sacrifício de Cristo como o sacrifício suficiente pelos pecados de todos que se arrependem e creem nEle. Crendo em Cristo, se tem uma salvação perfeita. Rejeitando Cristo, rejeita o único sacrifício pelos pecados que agrada Deus.
Tenha a plena certeza de estar confiando somente em Cristo para a salvação completa dos seus pecados, pois somente Cristo agrada a Deus (Jo. 12.28; Is. 53.11). O anjo da morte certamente virá e somente o sangue de Cristo pode agradar o Santo Deus e aplacar a Sua justa ira: Jo. 3.36, “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.”
Quando João o Batista clamou, “Eis aqui o Cordeiro de Deus”, toda a simbologia daquela primeira páscoa tinha que ser cumprida em Cristo se Ele fosse mesmo o “Cordeiro de Deus”. Como a Bíblia revela, Jesus cumpriu tudo escrito sobre este cordeiro. Ele é o “Cordeiro de Deus”. A pergunta é: Ele tornou a sua “Páscoa”?
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”

Autor: Pastor Calvin Gardner
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br 


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